10 comments

  1. Kelen Dewes

    Excelente texto!!! Concordo com a Mariana! Eu não sou "consumista", compro só o estritamente necessário, acredito que isso já vá contribuir bastante na forma de educarmos a Lívia, outro grande detalhe: a Lívia não assiste televisão, os horários que estamos com ela em casa são destinados a brincar, ler, ouvir música (momentos que "toca" violão e canta com o pai), ou assistir DVDs infantis. Precisamos dar bom exemplo a nossas crianças.

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  2. Aline Lima

    excelente texto!!! aqui em casa tentamos e muito nao deixar nossos filhos serem bombardiados com a publicidade, com o consumismo !!!!! sempre fui do pensamento que futilidade e inutilidade, andam junto, quando a questao sao crianças e publicidade..
    . esse texto me fez rever muito meus conceitos, pois meus filhos fazem parte dessa estatistica, da tv, mesmo que so assistem DVD.

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  3. Parabéns meninas, muito bem abordado este tema tão complicado!! Minha filha assiste TV, não está neste percentual de crianças que chega a ficar 5 horas por dia, mas ela olha sim, olha um pouco antes de deitar, que é quando vamos ler histórias juntas. Aqui em nossa casa sempre funcionou muito bem o diálogo, desde pequena ela entendia que no mercado não ganharia bala, chocolate, essas coisas que não estava no dia combinado para ela comer, e até hj, posso contar nos dedos as vezes que tive problemas com ela por causa disso, tanto que, ela compro os presentes de seus coleguinha da aula junto cmg, escolhe e pergunta, este pode mamãe? Não é caro? e ainda, sabe que pra ela, não vamos comprar nada, pois não tem necessidade. Na realidade, quando a Érica era pequena o maior problema era EU, hehe, eu era muito consumista ( ainda sou um "pouco"), mas conforme ela foi crescendo e eu vendo que aqueles brinquedos que eu trazia pra ela brincar não chamava tanto sua atenção, eu fui mudando, hoje, brinquedo, é no aniver, dia das crianças e natal. As únicas coisas que compro sem serem nestas datas são jogos de raciocínio, livros, e livros de pintura, passatempos, pois estes eu sei que contribuíram muito pra seu desenvolvimento.
    Acredito que os pais nem se deem conta muitas vezes do seu próprio consumismo, e acabamos por perder este controle com nossos filhos quando eles estão maiores! Bjs

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  4. Muito bom o texto. Realmente a abordagem de consumo para nossos pequenos vai muito além da escola e começa em família. Sem dúvida é melhor para a criança passear ao ar livre ou mesmo brincar em casa com atividades lúdicas e apropriadas à idade. Limitar o uso da tv envolve não apenas o tempo durante o qual a criança fica lá, olhando para a telinha, mas limitar os canais infantis que veiculam publicidade excessiva. Uma opção são os dvds.

    Outro ponto é a questão da incoerência. De fato, dizer que não vai comprar e sair da loja abarrotada de sacolas passa a mensagem “faça o que digo, não faça o que faço”. O que as crianças ainda não entendem e, por isso, continuam pedindo mais e mais produtos que, na maioria das vezes, são esquecidos em poucos minutos.

    A escola pode sim realizar atividades culturais sem atrelá-las à publicidade. E o ambiente escolar pode ser um ótimo aliado ao combate ao consumismo (ou não, vide aquelas que permitem uso de tablets e outros eletrônicos no intervalo). Mas é nas famílias que nascem os valores. É com orientação familiar que a criança aprende que não precisa ter tudo, que não será mais legal porque tem determinado produto, que não precisa de tanta coisa para ser feliz. É um caminho bem longo, mas cujos primeiros passos começam ainda dentro de casa.
    bjos

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    • nandaetges
      Author

      Oi Sarah!

      Concordo muito com a ideia de que o ambiente escolar pode ser um grande (e importante) aliado no combate ao consumismo. E com certeza o incentivo deve partir das famílias, que precisam estar cada vez mais inseridas no contexto da escola, como grandes parceiras.

      Beijos!

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  5. Aqui a televisão também faz parte, mas com acompanhamento e moderação. Hoje lembrei de ti quando estava com o Vítor no mercado. Ele queria um chocolate. Eu me abaixei na altura dele e expliquei que ele já tinha comido outras coisas, que a gente ia para casa jantar e tomar suco de uva (que ele adora). Pedi para ele devolver o chocolate na prateleira e me abraçar. Ele ouviu tudo super atento, devolveu e me abraçou. Fiquei toda emocionada, pois foi a primeira vez que passamos por algo assim e acho que nos saímos bem! Beijos!

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  6. Aline, aqui também rola televisão. Mas a chave, na minha opinião, está na moderação! Cinco horas é um número alarmante!!! O negócio é liberar em "pequenas doses" e sempre acompanhar a programação. Beijos!

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