Empreendedorismo Feminino: O impacto no mundo dos negócios

O empreendedorismo feminino envolve ter sempre a iniciativas de novas empreendedoras realizadas por mulheres. Vale notar que nossa imagem de quem subscreve no Brasil é muitas vezes distorcida. Geralmente pensamos imediatamente em grandes empresários.

No entanto, pequenos produtores locais, profissionais individuais e startups lideradas por mulheres também compõem uma parte significativa do empreendedorismo no país. Toda esta ação tem muitos benefícios para a economia e tanto para a sociedade como um todo. Especialmente porque, à medida que as mulheres se envolvem nos negócios, as perspectivas se tornam mais diversas, inclusivas e inovadoras.

Ou seja, o empreendedorismo feminino não é importante apenas para quem decide abrir um negócio. Ajuda a mudar a realidade da empresa e de muitas pessoas ao seu redor. Essa atitude garante uma nova visão de mercado, inspira mais mulheres a alcançar a independência financeira e impulsiona o desenvolvimento econômico e abrir empresa.

Por exemplo, as mulheres que assumem e alcançam autonomia financeira têm maiores chances de quebrar o ciclo da violência doméstica. Alguns deles não estão apenas atrás do lucro, mas também querem construir uma história de protagonismo e realização pessoal através dos negócios escritório de contabilidade.

Empreendedorismo Feminino: Mercado feminino

Atualmente no Brasil, tem mais de 30 milhões de mulheres que empreendem. Esse valor equivale a 48,7% de todos os projetos. As informações são do Global Entrepreneurship Monitor (GEM, 2018).

Além disso, uma pesquisa do SEBRAE mostrou que, de 2001 a 2011, o número de mulheres empreendedoras aumentou 21%. No mesmo período, o número de empresários do sexo masculino cresceu apenas 9%.

Em termos de microempreendedorismo pessoal, as mulheres estão engajadas principalmente em atividades de beleza, moda e alimentação. 55,4% dos MEIs trabalham em casa própria.

Segundo o SEBRAE (2018), a maioria dos empreendedores atua nas áreas de alimentação, serviços domésticos e varejo de vestuário e cabeleireiro. O estudo mostra que, por exemplo, ainda são muito poucas as mulheres donas de empresas de tecnologia e engenharia.

Como resultado, os dados também expuseram as dificuldades do empreendedorismo feminino. As mulheres empreendedoras são mais jovens e 16% mais instruídas do que os homens. No entanto, eles ganham 22% menos do que eles. Enquanto a renda média mensal dos empreendedores é de 2.344 reais, sua renda média mensal é de 1.831 reais. A pesquisa foi realizada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Surgimento do empreendedorismo feminino

De acordo com um estudo da REGEPE, o primeiro estudo sobre empreendedorismo feminino no Brasil começou no final da década de 1990, diferentemente dos estudos estrangeiros que exploraram o tema desde meados da década de 1970 e tiveram um rápido crescimento na década de 1980.

Enfim, este tópico está ficando notório ultimamente, não é? Apesar de saber que as mulheres também já passaram por aqui.

É por isso que precisamos continuar apoiando essa ideia, afinal, porque há tanto tempo não se fala dela, e a sociedade até estigmatiza as mulheres empreendedoras, muitas das quais ainda não são incentivadas a fazê-lo até hoje.

A situação melhorou, mas ainda temos um longo caminho a percorrer.

O Dia do Empreendedorismo Feminino, celebrado em 19 de novembro todos os anos desde 2014, é uma das ações que podemos encontrar para inspirar as mulheres a se sentirem seguras.

Promovido pela WED, organização sem fins lucrativos, o dia simbólico nasceu quando representantes de 144 países se reuniram em um evento em Nova York, apresentado pela empresária americana Wendy Diamond. Grupo de apoio às datas de comemoração e doação.

Faça Divisão de tarefas domésticas e cuidados com a família

Falando nisso, se você é sócio ou sócio e divide a mesma casa e tem uma família para cuidar, compartilhar tarefas é essencial.

Em nossa cultura, infelizmente, ainda existe a ideia de que apenas uma mulher deve realizar essas tarefas, o que garante que os homens não se preocupem com essa parte, deixando suas companheiras sobrecarregadas.

Imagine passar o dia todo lutando pelo negócio, montando um plano de negócios, competindo com parceiros e fornecedores, compras e tudo que vem com compromissos, e quando você chega em casa ou no final do dia, ainda tem que limpar a casa toda e tirar, cuidar das várias necessidades da família enquanto seu parceiro apenas descansa? É cansativo, não é?

Fazendo networking

Segundo pesquisa do GEM (Global Entrepreneurship Monitor), as mulheres brasileiras são uma das pessoas menos conectadas. Infelizmente, a dificuldade de construir relacionamentos pode ser um grande obstáculo para levar um negócio adiante.

Esta é uma questão cultural que só pode ser mudada se a sociedade criar um ambiente onde as mulheres se sintam seguras, livres de discriminação ou descrédito.

Aquelas situações constrangedoras que aconteciam no dia a dia de uma empresa ou entrevista de emprego agora são vistas em reuniões com clientes, feiras, pitches de investimentos e espaços que fazem parte do ecossistema de startups, e ainda é um lugar onde o ambiente dominado por homens.

Ser mãe solteira ou ser mãe

De acordo com o estudo Entrepreneurs and Their Business de 2019, 55% das entrevistadas tinham filhos e 75% delas decidiram investir no próprio negócio depois de se tornarem mãe justamente porque queriam passar mais tempo com os filhos.

O principal obstáculo aqui é a falta de envolvimento do parceiro na paternidade. Isso gera uma sobrecarga de tarefas para a mulher, que também é culturalmente vista como a cuidadora do casal.

No ecossistema de inovação, de acordo com o estudo Women Founders Report, 51,6% das entrevistadas são mães, com mais de 30% dessas mães relatando um parceiro que não está parcial ou totalmente envolvido na criação de seus filhos.

Como mãe solteira, você precisa encontrar um equilíbrio entre família e trabalho, ficar longe de influências negativas e manter a força de vontade para continuar o empreendedorismo.

Empreendedorismo Feminino: Informações do empreendedorismo feminino

A análise do Sebrae mostra que das 9,3 milhões de mulheres no país que dirigem empresas, 45% são chefes de família, ou seja, sua renda primária vem da família.

Eles têm 16% de educação superior, mas ganham 22% menos renda comercial do que os profissionais.

Para se ter uma ideia, em 2018, a renda média mensal das empreendedoras brasileiras foi de 2.344 reais, enquanto a renda média mensal das empreendedoras foi de 1.831 reais.

As mulheres representam 48% dos microempreendedores individuais (MEIs) do país, destacando-se em setores como beleza, moda e alimentação.

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