Constrangimento materno ou… tagarelices sem pudor

Aconteceu com uma amiga de uma prima de uma amiga minha. Ela estava no banheiro família do shopping com o filho de 3 anos. Ele fez xixi e depois ficou esperando a mãe. No silêncio do ambiente, fala:

– Mãe, que cheiro de pum.
– Não fui eu, filho (hahahaha, jura que não).

Daí a mãe vai se limpar e o filho em cima, de olho. Até que exclama, em voz alta, para o shopping inteiro ouvir:

– Mãe, fez cocô! Parabéns, conseguiu! Dá tchau pro cocô!

A mãe tenta mudar de assunto:

– Olha filho, a parede é branca!
– Mãe, dá tchau pro cocô.

A criança continua falando no cocô enlouquecidamente enquanto os dois saem juntos para lavar a mão. No mesmo momento, abre a porta do banheiro ao lado e separado só por uma simples divisória um pai com a filha. Cara de paisagem.

***

Outro dia, outro banheiro. Na beira da estrada, banheiro de posto, aquela coisa linda de viver (sqn). O filho vai fazer cocô e a mãe espera do lado de fora, depois de mil malabarismos para “forrar” a privada.

Quando o pequeno termina, chama a mãe. Ela o tira do vaso sanitário para limpar o bumbum e ele grita:

– Eu acertei! Não fiz cocô no vaso (quis dizer que não fez na tampa, como já aconteceu).
– Que legal, filho, parabéns!
– Tchau, cocô! Olha, mãe! Tem o cocô dinossauro e o cocô lagartixa, que é pequeno. Tchau, cocô dinossauro. Tchau, cocô lagartixa.

Na divisória ao lado, uma mulher começa a gargalhar das tagarelices.

***

Ê constrangimento materno. Mas olha, não foi comigo, viu? #vidademãe

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