Das injustiças da vida materna

A menina brinca de boneca e escolhe com apenas 7 anos o nome dos filhos. Quando jovem baba nos bebês que vê pela rua e nunca resiste dar uma paradinha na frente daquela loja maravilhosa de roupinha de criança. Conforme vira adulta começa a sonhar com o momento de se tornar mãe.

Daí fica grávida e carrega aquele projetinho de bebê durante praticamente 9 meses na barriga. Fica sonhando com o rostinho do pequeno, arrumando com todo amor o quartinho, a mala da maternidade e todos os detalhes para receber o tão esperado filho. Então a criança nasce e é a mãe que sofre com noites em claro, choros intermináveis, tudo isso durante a recuperação do parto e o início da amamentação.

Acontece que o bebê cresce e começa uma fase mágica, de descobrir os pés, as mãos, o próprio corpo e todas as possibilidades de movimento. Ele interage, come, fica mais tempo acordado e dorme bem durante à noite.

Entre todas as novidades ele descobre a fala. Sim, imagina que coisa mais fofa do mundo um pequeno ser de apenas 7 meses tentando falar? Lindo demais!

Agora pensa bem: o que seria ainda mais fantástico? Que a primeira palavra dele fosse mamãe, claro. Sim, nada mais natural. Mas daí o que ele faz? Olha aqui:

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9 comments

  1. Haha, bota injusto nisso…a minha ja nasceu 100% a cara do pai, agora se a primeira palavra dela for papai, eu me atiro do apartamento, jogo a toalha, peço demissao, hahaha.

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  2. Édina

    QUE LIIIIIIIIIIIIIINDO! Nanda, nem esquenta..vcs não entenderam, era: papá! era queria comer! 😛 coisa linda! mas acho que o Fábio tá pondo mta pressão, hein..acho que tu deve fazer umas aulas intensivas de: mamãe ahahaha

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