Aprenda a fazer a troca de ração do seu pet

É difícil uma mulher que não tenha um pet para fazer companhia, e um pet precisa de cuidados, pensando nisso, escrevemos este artigo para ensinar fazer a troca da ração do seu pet da forma correta.

Se você é uma mulher que gosta de pet, ou tem um animalzinho de estimação, você precisa ler este post, pois separamos dicas incríveis de como cuidar do seu pet. 

Recusa alimentar e dor de barriga podem acontecer em caso de mudança abrupta. Parte essencial do cuidado com o nosso bicho de estimação está na escolha dos alimentos que oferecemos a eles diariamente.

troca de ração do seu pet

A escolha de uma alimentação saudável é uma forma de demonstrar o carinho e a importância que o pet tem para o tutor.

Isso é fundamental, já que a alimentação tem relação direta com a saúde, o bem-estar e mesmo a beleza de cães e gatos. Animais bem nutridos têm pelo macio e brilhante, além de disposição e energia para brincar e interagir com seus tutores.

Às vezes, no entanto, é preciso fazer alterações na dieta do pet. Isso pode acontecer por diferentes razões, como:

  • questões de saúde (obesidade, problema renal, diabetes, etc.);
  • mudança de “fase” (de filhote para adulto; de adulto para idoso; gestante, etc.);
  • alergia a algum componente ou ingrediente;
  • alteração da marca;
  • questões financeiras.

A troca de ração pode se converter em um grande problema se não souber ser bem conduzida pelo tutor.

Dor de barriga

Quem vê o pet roendo brinquedos por todos os cantos, mastigando grama e até objetos da casa não imagina o quanto seu sistema digestivo é sensível. A troca de ração, principalmente em filhotes, pode acarretar diarreia, cólica e recusa do alimento.

É preciso ter bastante paciência, aumentar a oferta de água fresca ou soro ao bichinho e, caso a situação não se normalize em dois dias, acionar o médico-veterinário. Esse processo pode ocorrer porque o organismo do pet está se adequando ao novo alimento, que pode ser mais “forte” para ele.

Transição gradual

Segundo médicos-veterinários, uma forma segura e pouco traumática de fazer a transição nutricional do pet é realizá-la aos poucos.

A ideia é mesclar pequenas porções da ração nova à antiga, aumentando gradualmente ao longo de uma semana até que, no último dia, o bicho coma apenas a nova. Esse passo a passo é importante para que o organismo e o paladar do pet se adaptem ao novo alimento.

E os gatos?

Fazer a troca de ração entre os felinos é um processo um pouco mais cansativo, uma vez que são animais bastante seletivos com o que comem. Assim como ocorre com os cães, é fundamental que o tutor tenha bastante paciência e persistência.

O médico-veterinário pode (e deve!) ser consultado sempre que houver qualquer dúvida ou dificuldade ao longo do processo. A mudança alimentar também deve ocorrer gradativamente para não estressar o pet. O gato tem mais probabilidade de sofrer com alterações na rotina. Dentre possíveis reações que podem surgir estão o vômito, a diarreia e a perda de apetite. Em um pet que já tenha uma condição de saúde fragilizada, isso pode ser bem grave.

Além de fazer a mescla de ração seca aos poucos, como indicado para os cães, o tutor também pode tentar disfarçar o aroma e sabor do novo alimento, adicionando ração úmida à mistura. Esse truque deve ser usado apenas nos dois primeiros dias para que o bichano não se acostume a comer apenas a combinação de rações seca e úmida.

Amornar o alimento antes de oferecer ao bichano também costuma funcionar para estimular o consumo da nova ração.

Olho neles!

É preciso ficar atento aos sintomas caso algo não vá bem no dia a dia do seu pet após a transição alimentar.

Gatos idosos, por exemplo, tendem a ter uma digestão mais lenta do que os animais mais novos e podem sofrer com alterações gastrointestinais (gases, prisão de ventre, cólicas etc.).

A fitoterapia pode ser uma aliada na transição alimentar dos pets e não tem efeito colateral. É importante que o tutor busque informações e alternativas com o médico-veterinário.

 

 

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